HOT HOT | mais faixas para agitar outubro

Hot Hot Outubro de 2026

Quer terminar o mês com chave de ouro e uma seleção de artistas novinhos para encher sua playlists? E o ROCKNBOLD ainda te entrega artistas para todos os gostos! Vem ouvir!

“Weightless” de Loring, para fãs de indie pop

Loring são uma dupla de indie-pop de San Diego que combinam sintetizadores cintilantes, refrões marcantes baseados na guitarra e letras emocionalmente sinceras. Construída em torno de sintetizadores intensos e guitarras enérgicas, “Weightless” fala sobre desligar a mente quando algo parece demais para ser processado e encarado de frente. Em suma, a faixa segue com um som levemente nostálgico e nuances sutis mais ensolaradas que dão uma pitada agridoce. Dá o play!

 “Will They Won’t They” de Trinity Jo-Li Bliss, para fãs de indie pop

Trinity é uma cantora, compositora e atriz de 16 anos de Los Angeles que cria um pop onírico e cinematográfico inspirado diretamente no seu diário. Em “Will They Won’t They” reforça esse ambiente sonoro, do mesmo modo que as nuances cintilantes como contos de fadas e um toque mágico e ensolarado lembra um pouco artistas como Laufey. A faixa cativa facilmente quem busca melodias pop suaves, letras românticas e fãs de indie pop.

“Beth Babe”, de Cole Vining, para fãs de indie pop

“Beth Babe” tem um som encantador que combina muito bem indie, rock e pop. Cole Vining se mostra um artista bem versátil não só pela mescla sonora, mas também por um vocal que acompanha muito bem, principalmente com efeitos ligeiramente mais oníricos que dão um toque mais alternativo e cool, ajudando a impulsionar a musica para um público ainda mais vasto, sobretudo, os fãs mais jovens de música pop alternativa/indie pop com toque dreamy.

“The Fate Moon” de MAXSIMUL, para fãs de rock

“The Fate Moon” apresenta um som que vai ganhando intensidade, tal como em “Out of the Green”, que já apareceu no HOT HOT anteriormente, mas com um toque mais onírico. Ao longo da faixa, MAXSIMUL inclina-se para o rock/alternativo, perfeita para quem procura narrativas mais cinematográficas e melodias menos óbvias. A voz proporciona uma libertação catártica que contrasta com os momentos ligeiramente mais contidos, assim como as músicas de rock sensíveis e mais românticas como nos anos 2000.

“Manufactured Fire” de The Weight Between, para fãs de metal

“Manufactured Fire” apresenta um som que combina uma vibração de rock moderno com um som mais visceral do metal, criando algo dinâmico e denso. The Weight Between navega pelo ruído do rock industrial que cativa os fãs do gênero que procuram algo verdadeiramente enérgico e progressivo. A música faz parte do álbum da banda, Evolution, que une momentos de desespero melódico e até aos temas viscerais, aproveitando de novos visuais e meios digitais para criar uma atmosfera contemporânea que se encaixa com essa estética que flerta com o futurismo da banda. Ouça!

“Growing Pains” de Andy Jans-Brown, para fãs de indie rock

O quinto single do álbum de Andy Jans-Brown, Airport Departure Lounge, relembra as esperanças, os medos e os marcos culturais da juventude, ao mesmo tempo que questiona discretamente como navegamos numa era de mudanças aceleradas. “Growing Pains” combina indie e rock logo desde a introdução, com um som que vai crescendo até atingir o nível certo de entusiasmo. Em vez de ansiar por um passado mais simples, o single sugere que a incerteza sempre foi o preço a pagar pelo processo de amadurecimento.

“Hard To Leave You” de RISE, para fãs de rock

RISE de Liverpool, Inglaterra e já é conhecida pelas suas atuações cheias de energia e pelo seu som característico mais rock. A banda inspira-se no rock melódico, com referências ocasionais a influências do rock progressivo para criar um som acelerado e vocais melódicos. “Hard To Leave You” mostra essa sonoridade impulsionada por uma combinação harmoniosa de sintetizadores e guitarras com a dose certa de nostalgia. Ouça!

“Us Two” de James Tonic, para fãs de dream pop

James Tonic é um artista de dream pop criado em Montreal e radicado em Nova Iorque. “Us Two” é um single que mostra muito bem seu som baseado em sintetizadores analógicos, bateria marcante e letras mais delicadas. Os arranjos ajudam a criar algo mais cinematográfico enquanto a influência pop-rock mais melancólico e suave, ligeiramente mais moderno, sem abandonar os sintetizadores que são característicos do estilo.

“Alive”de Mama No Likey, para fãs de rock

Mama No Likey é uma banda de rock de Los Angeles que já apareceu anteriormente aqui no site. Eles retornam com “Alive”, explorando uma vertente do rock que já é característico da banda: uma mistura do clássico com melodias dinâmicas. Desta vez, a voz ainda mais crua e rouca destaca-se verdadeiramente, especialmente nos momentos mais contidos, realçando lindamente o trabalho no seu conjunto.

“Right Across The USA” de Moon Construction Kit, para fãs de rock

Moon Construction Kit é o projeto a solo do multi-instrumentista, compositor e produtor Olivier Cornu. O artista aposta na mistura de indie pop melódico, psych-pop e influências do final dos anos 60. “Right Across The USA” tem influência suave da psicodelia, mas continua a ser ligeiramente etéreo, reforçando a identidade musical. A vibração de música surf traz uma sensação acolhedora e ensolarada, cativando quem procura faixas que os levem numa viagem sem sair de casa ou para ouvir na estrada.

“Poltergeist” de Outlaw Cartier, para fãs de darkwave

Outlaw Cartier combina géneros como o rock gótico, o darkwave, o pós-punk e o coldwave. Em “Poltergeist” apresenta um som ainda mais denso e alternativo do que os singles anteriores, combinando elementos de shoegaze com um flow de rap que adiciona um toque mais moderno. A paisagem sonora densa torna-se realmente interessante quando contrastada com os vocais ligeiramente mais suaves. Dá o play!

“Nada de Novo nas Ruas” de Antonio Rossa, para fãs de rock nacional

O novo single de Antonio Rossa nasce de um olhar inquieto sobre a repetição da vida urbana, das relações e das notícias que parecem mudar todos os dias sem que, de fato, nada ou pouco mude: aquela sensação contemporânea de estar em movimento sem necessariamente sair do lugar. “Nada de Novo nas Ruas” traz o rock nacional com influência mais alternativa, com uma letra de resistência e reflexão bem interessante. Os vocais mais cru se destaca na paisagem sonora geral, mas principalmente chama atenção para a inquietação e observação do artista através da poesia. Ouça!

“Gnomes” de Sensor Noise, para fãs de rock

Sensor Noise é uma banda de rock com influências que vão do shoegaze ao rock experimental com um certo toque cósmico. “Gnomes” confere uma atmosfera mais onírica ao som de rock. A música capta a poesia de uma paisagem verdadeiramente cativante, etérea e psicodélica, de certa forma. Embora tenha um som mais específico, agrada a quem procura algo mais suave e místico.

“Quiet Quit” de Pick Up Goliath, para fãs de metal

Pick Up Goliath é o projeto a solo de Sam George. Em “Quiet Quit” combina o metalcore moderno com uma narrativa cinematográfica, explora a saúde mental masculina através de letras pessoais. Conforme segue, une a sonoridade pesada e mais agressiva, texturas de sintetizador e sutis influências musicais espanholas e pequenas pausas que só vêm reforçam o impacto dos vocais mais viscerais que conferem textura, enquanto os momentos mais melódicos suavizam o som e permitem que a parte instrumental se destaque ainda mais.

What’s Got You Down de The Fictionals, para fãs de indie rock

Num dia repleto de frustrações causadas pelos pequenos inconvenientes da vida na cidade, a pergunta torna-se um refrão relutante numa relação que espera as mesmas respostas de sempre em “What’s Got You Down”. Ao longo da canção, The Fictionals cativa quem busca melodias inspiradas no pós-punk e new wave, com um som eletrizante e um refrão arrebatador, repleto de harmonias e dedilhados entusiasmados.

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