Quer começar o mês com uma seleção de artistas novinhos para encher sua playlists? E o ROCKNBOLD ainda te entrega artistas para todos os gostos! Vem ouvir!
“Alone Together” de Jason Mays, para fãs de pop
O artista Jason Mays fala em seu novo single sobre uma situação de reencontro após um desgosto amoroso com alguém que também passou por isso. “Alone Together” tem um som que combina muito bem pop e eletrônico, com um início mais contido e um desenvolvimento progressivo. Conforme segue, a melodia mais animada e positiva que combina com a esperança de um novo relacionamento. Ouça!
“Painting On The Glass” de Ella Mar, para fãs de indie
“Painting on the Glass” é uma colaboração de Ella Mar com imdoingraet do seu álbum de estreia wbu, já está disponível. A música é uma balada indie sombria, impulsionada pela guitarra, nuances de shoegaze com vocais etéreos e mais íntimos. Enquanto isso, a melodia entrega uma construção lenta e carregada de emoção, numa lenta queima emocional. Acima de tudo, os fãs de indie melancólico e atmosférico e de composições emocionais vão sentir-se em casa aqui!
“IDWK” de Naomi Jane, para fãs de pop
“IDWK (I Don’t Wanna Know)” é uma confissão pop/R&B lenta que começa mais suave e cresce até se tornar um refrão animado, acompanhado por sintetizadores, construído em torno de uma pergunta: “depois da festa, para onde vamos?”. Desta vez, Naomi Jane traz um som diferente do single anterior, muito mais emocional, tanto na melodia como na letra. “I Cry” brincava com a dualidade de um som agridoce, enquanto “IDWK” explora um pop muito mais comovente, mesmo nos momentos mais poderosos.
“No Lugar” de Maia, para fãs de folk
“No Lugar” traz um som bem intimista e apaziguador, num folk sofisticado e narrativa variada, quase cinematográfica. O single de Maia mostra vulnerabilidade e sensibilidade na poesia, criando um conjunto bem interessante. A faixa apresenta uma mistura de melancolia com reflexões em poesia, na qual os vocais poderosos acompanham uma interpretação comovente e precisa.
“Home At Last” de In The Afterglow, para fãs de rock
“Home At Last” começa com um som instrumental contido que se desenvolve gradualmente entre rock e shoegaze. In The Afterglow apresenta nessa faixa uma mistura de melancolia com reflexões na poesia, em que os vocais poderosos acompanham uma interpretação comovente e precisa. Ao trazer um instrumental sofisticado e uma narrativa mais variada e quase cinematográfica com nuances de rock cria algo imersivo do início ao fim.
“Is That Blood?” de Sara Diana, para fãs de pop
“Is That Blood?” relata a história de um amor sombrio, especial e escondido do mundo. É ambicioso, sonhador e transporta-nos para um filme de fantasia sombria na sonoridade densa. Sara Diana de fato realça esse lado do dark pop no novo single, com aquela atmosfera mais densa com toques modernos, numa expressão de apresentação ainda mais etérea e fantástica que em seus lançamentos anteriores. Dá o play!
“Leather & Lace” de DAHLIA, para fãs de pop alternativo
A história, contada através da alter ego anónima Dahlia, narra a jornada de uma mulher através de diferentes perspectivas e narrativas. “Leather & Lace” vem com um som pop alternativo mais denso que surpreende com o seu som elegante, mas poderoso e marcante! Como explora um estilo mais cinematográfico e sombrio, capta a atenção do ouvinte e mantém-na facilmente. De certa forma, soa como Lana Del Rey encontra Nessa Barret: emocional, sensível, mas sensual.
“Our Own Sky” de Lucas Ferraz, para fãs de rock
“Our Own Sky” mostra um outro lado do rock tão expressivo que Lucas Ferraz sempre trouxe, com um som mais comedido, mas ainda assim marcante. A narrativa mais sofisticada com riffs mais envolventes que ressaltam muito bem o lado mais romântico da poesia. No entanto, o vocal mais acalorado e emocionante transmite a honestidade e o tanto que o artista realmente sentiu ao interpretar esse novo single.
“Painted Lies” de Cynthia Welch, para fãs de rock
“Painted Lies” tem um som elaborado, envolvente e um tanto intoxicante, principalmente devido aos riffs expressivos e aos vocais que se destacam na paisagem sonora. Cynthia Welch mistura muito bem rock alternativo, indie/folk e soul para criar seu universo sonoro complexo e cativante!
“Overlord” de Forgotten Garden, para fãs de indie rock
“Overlord” traz a suavidade vocal que já conhecemos da banda, mas com uma melodia ainda mais interessante, não só com indie rock em evidência, mas também com toques de dream pop. Forgotten Garden traz na canção a temática sobre dinheiro, poder, ganância e engano e como isso pode corromper um indivíduo. A faixa apresenta uma poderosa linha de baixo, guitarra melódica, um som de sintetizador sombrio, dois pianos e bateria enérgica. Ouça!
“Call” de Henry Aberson, para fãs de jazz
Henry Aberson sempre entrega faixas extremamente equilibradas e consistentes, o que não é diferente em seu novo single. “Call” tem um som muito especial, extremamente equilibrado, sofisticado e envolvente. O single traz referências de hip hop e R&B que agradam a um amplo espectro de ouvintes, desde aqueles que querem uma música para relaxar até aqueles que querem uma animação mais moderada. Ouça!
“Fortaleza Hostil” de Outros Bárbaros, para fãs de rock
Ao retomar ao rock, Outros Bárbaros consegue expandir o público que já tinham com a mescla de rock e mpb do single anteriormente apresentado. “Fortaleza Hostil” mostra um lado mais politizado na poesia com um instrumental que traz um rock não tão pesado que agrada um número de ouvintes um pouco maior. O single mescla muito bem um lado mais energético com alguns movimentos mais delicados, num equilíbrio interessante.
“Matiz” de Lucas C., para fãs de rock alternativo
“Matiz” é um rock alternativo inspirado em bandas como Portishhead e Stereophonics mas com uma linguagem contemporânea derivada da música pop atual. A música é o primeiro lançamento em uma carreira solo de Lucas C., valorizando uma construção mais progressiva, que envolve o ouvinte aos poucos. Além disso, ao longo do single a poesia se revela com reflexões cruas e vocais com efeitos nem sempre sutis, mas que traz ainda melhor melhor a vibe alternativa.
“Lemuria” de Silas Grime, para fãs de rock
A duração mais longa traduz um pouco da ousadia de Silas Grime. No entanto, apesar da duração, “Lemuria” entrega um rock progressivo que começa introspectivo e que verdadeiramente surpreende no final. Mesmo com o lado mais alternativo, ainda assim o single tem um som muito orientado para o rock, mas com movimentos muito expressivos que destacam a narrativa e os vocais. Ouça!
“Money Don’t Sleep” de Tenik, para fãs de pop
O artista britânico Tenik cria música há mais de 15 anos, com algumas interrupções. O trabalho variado que vai desde pop/dance/house até dubstep, UK grime/hip hop e UK garage acaba se transformando em “Money Don’t Sleep”, uma música pop/disco cativante que mostra essa mescla de referências. Tenik consegue criar um instrumental contagiante e leve, com a dose certa de elegância diversão.