HOT HOT | faixas para ouvir em julho

Quer começar o mês com uma seleção de artistas novinhos para encher sua playlists? E o ROCKNBOLD ainda te entrega artistas para todos os gostos! Vem ouvir!

“July” de Lowell

Gosto muito de como a sua música transita entre o pop e o rock alternativo, com guitarras discretas, versos vocais muito intensos e expressivos, e uma qualidade técnica impressionante que surpreende o ouvinte logo nos primeiros riffs (especialmente a mim, já que ouço músicas com bons fones de ouvido!). É um trabalho leve, com elementos e uma sonoridade suaves, mas que traz uma expressividade vocal impressionante. Acredito que seja o tipo de música que demonstra ser possível inovar e soar autêntico em canções leves e imersivas. Um trabalho muito bem executado, tanto técnica quanto artisticamente, e um verdadeiro deleite para os fãs de pop alternativo.

“SLAM HUNK” de Teenage Bees

Esta é uma música divertida, dançante e cheia de energia. Gosto de como você incorpora elementos mais crus do rock alternativo — não de forma agressiva, mas de um jeito muito carismático e cativante que convida o ouvinte a dançar. Batidas, riffs e sintetizadores constroem essa atmosfera de maneira harmoniosa, envolvente e muito equilibrada, com elementos na medida certa para tornar o som moderno, criativo e autêntico. Um verdadeiro deleite para os fãs de pop-rock alternativo.

“CALIFORNIA” de Daniel Shirin

Esta é uma música moderna, energética e sensual. Gosto da inspiração em clássicos do rock alternativo para criar uma sonoridade cativante que convida o ouvinte a dançar. Apreciei os riffs instrumentais e os vocais expressivos que se destacam, conferindo ao som uma grandiosidade e uma imersão capazes de prender a atenção. Acredito que seja um trabalho muito bem construído, tanto técnica quanto artisticamente, soando criativo e conquistando especialmente os fãs de rock alternativo e moderno que buscam novas bandas dedicadas a esse estilo, misturando influências autênticas e nostálgicas de uma maneira única.

“Shade Of Gray” de Jason Michael Moore

Gosto muito de como você explora uma sonoridade bastante experimental, testando diferentes elementos, riffs e timbres para construir um som muito alternativo, situado entre o rock e o pop. Gosto de como essa é uma música difícil de definir com um único rótulo. Gosto das partes vocais e da fluidez com que elas se desenvolvem, movendo-se de forma bastante independente em relação ao instrumental — seguindo seu próprio ritmo —, sem que isso pareça desequilibrado ou cause estranheza ao ouvinte. Acredito que seja um projeto moderno, muito bem executado técnica e artisticamente, capaz de agradar a quem busca sonoridades alternativas.

“Wave Goodbye” de Black Plant

Esta é uma música carismática, dançante e equilibrada. As influências por trás desse indie rock alternativo são claras, mas ainda há uma boa dose de autenticidade que surpreende o ouvinte, além de uma pitada de nostalgia, leveza e paixão juvenil — algo de que sinto muita falta hoje em dia. Há também qualidade técnica, com um instrumental equilibrado e vocais descontraídos funcionando em harmonia. Um verdadeiro deleite para os fãs de rock alternativo que buscam essa sensação em novas sonoridades e bandas.

“People Pleaser” de Hello Sister

Adoro como, mais uma vez, você apostou em uma sonoridade divertida e nostálgica que abraça o pop-punk clássico. A música é energética, expressiva e contagiante, incorporando também elementos encantadores de pop-rock que convidam o ouvinte a dançar. É uma faixa que conquista pela qualidade técnica e pelos vocais extremamente harmoniosos e equilibrados — especialmente pela forma como as notas agudas funcionam tão bem com a instrumentação. Acredito que essa sonoridade esteja muito em alta no momento, visto que tantas artistas femininas também estão explorando esse gênero.

“Fare For The Ferryman” de Persephone’s Children

Esta é uma música enérgica, nostálgica e cheia de atitude. Gosto de como você explora bons elementos do hard rock clássico, mas, ao mesmo tempo, a faixa apresenta uma atmosfera moderna e vibrante que surpreende o ouvinte tanto pela sonoridade cativante e equilibrada quanto pela criatividade. Apreciei a escolha dos riffs, a instrumentação sólida e os versos intensos que funcionam em perfeita harmonia. Acredito que seja um verdadeiro deleite para os fãs de clássicos e para o público que busca se conectar com influências nostálgicas.

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