HOT HOT | 15 faixas para ouvir nesta segunda-feira

Que tal começar a semana com uma selação de artistas novinhos para encher sua playlists? E o ROCKNBOLD ainda te entrega artistas para todos os gostos! Vem ouvir!

“Carolina Lunchtime” de Séraphin, para fãs de indie folk

O francês Séraphin faz uma mistura interessante de guitarras folk com um violino na cinemática “Carolina Lunchtime”, canção que narra o drama de uma mulher que precisa se libertar de um companheiro abusivo com um coro viciante. A faixa faz parte de 7665, novo álbum que deve chegar em abril de 2022. Não deixe de ouvir:

“Estrela Vermelha” de O Grito, para fãs da nova MPB

A banda carioca O Grito combina rock e MPB em canções autorais que trazem uma atmosfera agradável com detalhes vivos e dinâmicos. O trio, formado por Pedro Canuto, Edu Raddi e Be Queiroz, mescla guitarras marcantes com um samba tranquilo no lançamento “Estrela Vermelha”, com forte influência dos anos 1970, especialmente do disco Acabou Chorare, dos Novos Baianos. Não deixe de ouvir:

“Lost” de LIAS, para fãs de folk pop

O cantor e compositor LIAS usa suas músicas para falar sobre medos, dores, saúde mental e reflexões sobre o sentido da vida. Na emocionante “Lost”, ele tenta lidar com memórias difíceis de um romance acabado sob a ótica do isolamento e incertezas sobre o futuro de uma geração marcada pela pandemia em cima de leves elementos eletrônicos. O EP de estreia do artista baseado em Berlim deve chegar no verão europeu. Não deixe de ouvir:

“Dreams” de Onyeka, para fãs de pop nostálgico

A cantora e compositora de origem britânico-nigeriana Onyeka cria uma atmosfera cósmica e otimista em “Dreams”, seu segundo single. A canção fala sobre encontrar esperança e seguir seus sonhos mesmo em meio a incertezas e crises existenciais, misturando elementos que remetem ao pop oitentista de um jeito viciante. Não deixe de ouvir:

“Alegria” de Primittivo, para fãs de pop rock nacional

Depois de uma longa pausa, o brasiliense Primittivo retorna oficialmente à música com “Alegria”, um rock leve e animado sobre focar no lado positivo da vida em vez de coisas e pessoas que não valorizam essa felicidade. A faixa traz ainda uma variedade de elementos lúdicos que combinam muito bem com a vibe – ouça:

“Mon Corona” de Dave Kensington, para fãs de house e EDM

O belga radicado em Paris Dave Kensington cria canções desde os anos 1990. Ele partiu de sua maturidade e de reflexões sobre isolamento, relações e luta por justiça social durante a pandemia de covid-19 para criar a surpreendente “Mon Corona”, faixa que aposta na vibe eletrônica para documentar esse momento. Fãs de David Guetta vão certamente notar algumas semelhanças – ouça:

“As de Trèfle” de Vakesso, para fãs de hip-hop e reggaeton

Para os fãs de hip-hop e reggaeton, o francês Vakesso é a pedida perfeita! Em seu single “As de Trèfle” o artista aposta em batidas envolventes ao misturar alguns elementos clássicos do hip-hop norte-americano às batidas características do reggaeton. A track é muito bem construída e deixa aquele gostinho de quero mais. Ouça: 

“Spaghetti & Caviar” de The French Mademoiselles, para fãs de pop

Passando mais uma vez por aqui, as francesas do The French Mademoiselles trazem mais uma track do seu próximo álbum, que deve ser lançado em breve. Em “Spaghetti & Caviar” o grupo aposta mais uma vez em uma letra irônica e descontraída para acompanhar a melodia pop chiclete e dançante que já é característica das francesas. Ouça:

“Hunt For Attraction” de MP Grey, para fãs de pop rock

Com batidas envolventes, o alemão MP Grey chega mostrando a que veio em seu último single “Hunt For Attaction”, onde o artista abusa de um groove dançante e apaixonante, com synths e beats marcados enquanto divaga sobre os padrões que impomos a nós mesmos e na dificuldade de alcançá-los em uma canção enérgica e sincera. Ouça:

“Dr. Colorado” de Hyattsvillain, para fãs de punk

O artista norte-americano Hyattsvillain usa elementos do punk para criar a intensa e energética “Dr. Colorado“, canção agitada e pra lá de suja, que promete agradar principalmente os fãs desta vertente tão pesada do rock. O artista chama atenção pelo visual enigmático e vocais fortes, que contrastam muito bem com o som intenso da percussão e riffs pesados de guitarra. O resultado é um som bastante oldschool. Ouça:

“This Blue” de Black Oyah, para fãs de rock

Os brasileiros do Black Oyah estão de volta! E apostam em influências do rock, folk e country norte-americano para criar o som caloroso e nostálgico de “This Blue“, que abre seu EP mais recente, ‘Dark Matter‘. A banda aposta em vocais em inglês e obtém um resultado excepcional ao combinar melodias que remetem ao rock clássico dos anos 70, resultando em uma faixa de tirar o fôlego! Ouça:

“At My Frontdoor” de RoughA, para fãs de pop eletrônico

Dono de uma voz belíssima e carismática, o alemão RoughA une elementos do pop e da música eletrônica para criar a balada melancólica de “At My Frontdoor”. A canção une samples, beats e sintetizadores eletrônicos para falar sobre fins, arrependimentos e despedidas de uma forma intensa. A canção promete ser um acalento para corações apaixonados e uma luz para os corações partidos. Ouça:

“Unstoppable” de Razpop, para fãs de pop

O grupo francês Razpop está de volta! E apresenta um cover poderoso de “Unstoppable“, da cantora australiana Sia. Com vocais poderosos e instrumentais igualmente intensos, o grupo apresenta uma releitura forte e bastante harmônica que reforça a autenticidade poderosa do quarteto na música. Não deixe de ouvir:

“Magna Carta” de MAD RUSH, para fãs de rock

O grupo francês MAD RUSH traz influências do country, folk e rock clássico para criar um som poderoso e descontraído em “Magna Carta“. Com riffs sujos de guitarra influenciados pelo rock progressivo, que dão um ar aventureiro para o som nostálgico e intenso, a canção promete agradar principalmente fãs do gênero que buscam uma sonoridade mais rústica e clássica. Não deixe de ouvir:

“Elegy” de Xavier Collins, para fãs de folk

Acompanhado do instrumental minimalista de acordes de violão, o cantor britânico Xavier Collins canta sobre a morte de relacionamentos fadados ao fracasso na intensa e sensível “Elegy”. O instrumental tímido é um prato cheio para destacar e mostrar todo o poder vocal do artista, que traduz sentimentos em palavras com honestidade, emoção e sensibilidade. Não deixe de ouvir:

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